segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Um chamado!
Sem Direção, Sem Uma Estrada para seguir, apenas um violão, com canções sem refrão, o romance está em apuros alguém grita, nem versos podem salvar, um ajudante espero, os dias não são tão curtos, as luzes nos afastam, seu sorriso se perde, o romance não existe mais ?, mas como ainda sinto seu perfume aqui ?, bem, o que fazer ?, o que mudar, porque tão longe você está ?, e o que sobra, apenas isso, apenas aquilo, apenas Platão e suas metáforas absurdas, a luz que me lembra você, um romance histórico um drama patológico, e aquelas cores, verdes ?, bem está mais para castanho, bem é bem doce, um jeito, um romance, um abandono sem lógica, mesmo sem cansar de tentar, e entre os pesares, de todos eles, essa bomba prestes a explodir, não adianta mudar, ou ao menos arrepender, bem o romance não está aqui, mas bem que poderia alcançar ?, as notas no ar, palavras, repetidas, não canso de dizer, um recado em sua porta, quem sabe não se lembre, quem sabe não se arrepende, não me importo de repetir o que já foi dito, não me importa, bem, apenas um violão, um alto chamado, entre nuvens que não vem ao chão, apenas um chamado, uma carta, e uma canção.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Sala de espera!
Bom Dia Dor de cabeça que me atinge, pelo horário já é boa tarde, ou quase boa noite, mas esse horário confunde, o verão nos confunde, são tantas histórias, tantas agonias, tantos manifestos, tantas manias, são tantos “tantos” que dá até preguiça de falar ou melhor digitar, engraçado como é fácil odiar pessoas que no fundo gostamos, o mais engraçado ainda e como é fácil nossos planos irem para o ralo, não, não sou infeliz, nem altamente depressivo, não vivo a espera de nada, minhas pálpebras caem, amolecem, não sei mas qual é o seno, e se realmente tenho que calcular um seno, pode ser uma tangente, uma espera que nunca termina, um papel com uma numeração, sentado em uma sala de espera, mas o problema da espera, é o que é essa espera ? porque essa espera ? aonde essa espera vai levar ?, ai ai minha dor de cabeça, aonde você me fez chegar, bem, eu queria falar, eu queria escrever tantas coisas, eu queria poder dizer as palavras certas, mas só saem as erradas, queria dizer como gosto de ti, mas faltam palavras em um vocabulário, pois parece que as tantas vezes que digo saem outras coisas, necessito de um novo vocabulário, uma nova palavra, que combine com a tua, um novo dizer que tu poderá entender, esse português deprimente que me irrita e que me falha nas horas mais inoportunas, mas tudo bem meu número está chegando, essa espera está terminando, e essa dor de cabeça não está mais me irritando
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Manifesto!
São tantos dias, são tão poucas memórias para guardar, mais um livro empoeirado que guardo na prateleira, mais um bom lugar que deixo de visitar, mas o que isso importa, do que adianta viver com o coração se ele não corresponde aos outros órgãos de mesma função, não vivemos mais para agradar, nem os melhores dias ajudam a clarear essa chuva, mais um copo na mesa, talvez tenha acabado, ou é apenas necessidade de voltar para casa, nossos olhos, nosso encontro, do que adianta desenhar nuvens, se o arco íris não vai ajudar, não adianta melhorar, a luz turva não vai adiantar, não fique se preocupando em olhar por ai, esse quarto pode ser escuro o suficiente para nós, não necessitamos ficar reparando nesses rabiscos na parede, está escuro o suficiente para nós, apenas olhe em volta, já estamos aqui, aqueles dias não vão voltar, as memórias encaixotamos e está na hora de guardar, meu café vai esquentar, e você, meu bem, como eu disse, já está escuro o suficiente, aqui dentro podemos esconder nossas mentiras, juntos com o livro na estante, já fomos vitimas o suficiente para voltar um passo agora, as roupas já estão chão, um dia, uma semana o que importa agora.
Estações, Semanas e semanas, tragédias, nenhuma delas poética, cansado dessa enrrolação, por isso jogo todos os meus copos em alcance ao chão, a bebida me ferve, meu sangue esquenta, meu bem, não há mais graça, o resto e apenas a loucura, e o que sobra para engolir e depois cuspir.
Um manifesto de Raiva, talvez decepção, talvez vingança ou apenas pura e banal falta de vergonha, apenas mais um Enfermo!
Estações, Semanas e semanas, tragédias, nenhuma delas poética, cansado dessa enrrolação, por isso jogo todos os meus copos em alcance ao chão, a bebida me ferve, meu sangue esquenta, meu bem, não há mais graça, o resto e apenas a loucura, e o que sobra para engolir e depois cuspir.
Um manifesto de Raiva, talvez decepção, talvez vingança ou apenas pura e banal falta de vergonha, apenas mais um Enfermo!
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