quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Sala de espera!
Bom Dia Dor de cabeça que me atinge, pelo horário já é boa tarde, ou quase boa noite, mas esse horário confunde, o verão nos confunde, são tantas histórias, tantas agonias, tantos manifestos, tantas manias, são tantos “tantos” que dá até preguiça de falar ou melhor digitar, engraçado como é fácil odiar pessoas que no fundo gostamos, o mais engraçado ainda e como é fácil nossos planos irem para o ralo, não, não sou infeliz, nem altamente depressivo, não vivo a espera de nada, minhas pálpebras caem, amolecem, não sei mas qual é o seno, e se realmente tenho que calcular um seno, pode ser uma tangente, uma espera que nunca termina, um papel com uma numeração, sentado em uma sala de espera, mas o problema da espera, é o que é essa espera ? porque essa espera ? aonde essa espera vai levar ?, ai ai minha dor de cabeça, aonde você me fez chegar, bem, eu queria falar, eu queria escrever tantas coisas, eu queria poder dizer as palavras certas, mas só saem as erradas, queria dizer como gosto de ti, mas faltam palavras em um vocabulário, pois parece que as tantas vezes que digo saem outras coisas, necessito de um novo vocabulário, uma nova palavra, que combine com a tua, um novo dizer que tu poderá entender, esse português deprimente que me irrita e que me falha nas horas mais inoportunas, mas tudo bem meu número está chegando, essa espera está terminando, e essa dor de cabeça não está mais me irritando
