sexta-feira, 28 de maio de 2010

Hora de Esquecer....

Caindo Em gargalhadas, espantando o tédio e de tudo aquilo que reclamo, me lembrando quando eu tinha esquecido de te esquecer e como tudo ficou diferente, meus maiores medos se tornaram realidade, o coelho que atormenta, minhas tentativas de acabar com esse mal colocando a caneta no papel, não vim aqui falar de ti ou de qualquer outro, acho graça em todo essa fumaça em meu rosto e como é passada por todos de boca em boca, trocas de olhares, cigarros entre os dedos, A Placa de sua vida, o filme de sua vida, uma propaganda, jogar tudo para a sensibilidade, cansei de tudo isso, dizer para sempre é fácil, quero ver sentir na carne e querer de verdade, sorrisos largos e falsos, juras patéticas, acho graça de tudo isso, na realidade não deveria achar, deveria ter pena, Queria ter a tua cara de Pena sabe!, cabelos curtos olhos de esmola, e o sorriso mais bonito, o rosto pálido que reflete a luz dos meu olhar, câncer, sempre o câncer, julho tinha que ser de julho, sempre esse mês, mas não é somente isso que tenho que dizer, ainda tem aqueles olhos cor de burro quando foge, sorriso doce, andar desajeitado e sincero, tanto faz, mesmo gênero, família e proporção, ondulados, cabelos ondulados, olhos de amendoim, confusão em forma de furacão, os detalhes de uma obsessão, de algo mais forte que eu, do que você, esse tornado que arrebenta meu quarto e corta minha casa no meio, ah essas imagens, cansei de ilusões, desilusões, ou qualquer outra coisa, mente aberta, copo meio cheio na mão, sorriso nos lábios, minha historia, o que faz parte dela ?, essa guitarra ?, esse cabelo para cima ?, uma razão, tanto faz, eu tinha esquecido disso tudo, talvez gostaria de não me lembrar mais de nada, um toque de blues marca o ritmo com o estalar dos dedos, ela dança com cigarros entre os dedos, sapatos de dança, é hora de não me lembrar mais de nada disso!

quarta-feira, 26 de maio de 2010

amor e odio

Eu te Odeio! , Da onde que sai tanto ódio? , Essa Silhueta prateada, um tiro, um choque, uma colisão, esse ódio e essa raiva que não passa, parece que o sangue ainda ferve, e os poros ainda entram em erupção, mas tanto faz, e esse amor que nunca começa, ou nunca acaba, não importa, eu só quero falar do amor, talvez eu esteja com falta dele, ou excesso não sei dizer ao certo, não é a confusão que me atormenta, mas sim minhas palavras, meu lápis numero 2, um canção romântica, o mais distante possível, o vento nos cabelos, e a estrada, descrever sensações, lugares e sentimentos, é difícil, talvez esteja cansado de tentar descrever, apenas quero ver, sentir e não entender, é contagioso, felicidade instantânea, acho que escrevi isso antes, então um pedido, um sorriso, ela ficou confusa, não entendeu ao certo, não acredita e a cabeça está a mil, a cor de branco passou pra vermelho como os olhos, o mais ilusório que possa parecer, é real, coisas reais, isso acontece, como uma piada, uma chance, todas as chances, um golpe, uma esquiva, isso acontece, como o amor, o ódio, e tudo que vem subseqüente, enquanto nos despedimos por hora, pensamentos aparecem, flutuam, como eu já disse antes, não se esqueça o amor e ódio estão tatuados em meus dedos, e o meu coração com espinhos na mão, tanto faz, apenas uma pergunta, uma questão, não uma prova.

domingo, 23 de maio de 2010

Relembrando

Engraçado A Forma que os sussurros em seu quarto parecem até berros aqui onde estou, engraçado a forma que sei todos os movimentos, todos os pensamentos, talvez estejamos interligados, talvez esses nós não se separaram completamente, talvez ainda exista aquela linha tênue que ligue essa corda que nos une, pois é a única forma de explicar as palavras que escuto em meus ouvidos sabendo que não são para mim, a única forma de explicar a respiração em meu rosto ou as imagens em minha cabeça.

Então O que essas paredes me fazem lembrar, e engraçado a forma que as tintas nela misturadas me levam para todos os lugares em que já passei, só a forma de olhar me faz viajar, e as recordações que escapam de minha cabeça e flutuam pelo ar.

Teu Sorriso, teus olhos, é engraçado a forma que nos damos bem e mal ao mesmo tempo, o silêncio que paira no ar e tão comovente quanto nossos abraços em meio a esse mar de carros, lugares que passamos, não importa a paisagem, ou os cigarros queimados, só estamos a procura de café e musicas que nós mesmos fazemos, faz tão pouco tempo, mas a eternidade está em cada segundo em cada momento que passamos, a curvatura do tempo é inimiga e a distância incapaz, não importa a forma que tentamos explicar a ficha não vai cair, a maquina não vai rodar e o premio não vamos ganhar, não importa o conceito de eternidade por segundo se só nós mesmo vamos decifrar, tu deve achar graça da forma que tento falar sobre romance ou algo parecido, também vejo graça, então desce um 12 anos duplo para mim, pois o cigarro está apagando!

terça-feira, 18 de maio de 2010

desilusões, alucinações ou apenas imaginação ?

Solução de um mesmo problema, cúmplices de um crime perfeito, historia que contamos, idiotices que fizemos, revoltas, lutas, brigas, filhos de um sistema irreal, o fogo que iluminamos a noite, a chama se apagou e a escuridão ainda ficou, berros de um bastardo sem pátria, sem pais, sem nome, sonhos roubados ou apenas perdidos, um caminho uma estrada, querermos viver, andar na sombra da lua e percorrer o tapete estralado dos céus, romance, tragédia, apenas o coelho, apenas uma arma, mas ela entra na frente, olha em meus olhos diz coisas que não entendo, sou um bastardo, mas tua mãe te queimo, eu sei disso, desilusões, alucinações ou apenas imaginação, seus olhos me pedem piedade, a paisagem se destorce como um quadro pintado mergulhado em cores uniformes, Minha Confusão, minha solução, isso não é solução, o que me diz de tua superação ? tu chamas isso de superação ?, acho mais sincero a garota queimada e o coelho que corre, pelo menos tem personalidades, agora vem mais um, um garoto com olhos de gato silencioso e mortal, acho que estamos passando dos limites, essa historia aumenta e cresce, os personagens se multiplicam e cada vez nada faz sentido!, talvez eu responda todas essas perguntas, ou talvez não tenha respostas pois as perguntas se perderam junto com a tinta borrada no papel, e no final ela diz que prefere meu êxtase, prefere quando estou doido, fica feliz por isso, gosta quando meus olhos viram e a parte sã não habita mais, tentamos apenas falar bonito, ou mostrar essa confusão toda, mas o pior e que não vejo felicidade nisso, serio felicidade instantânea , placebo!

segunda-feira, 17 de maio de 2010

trágico!

Um Dia, Uma tarde ou uma noite, Pensamentos conturbados, sentimentos opostos, o martelo a latejar na cabeça, a mesma tecla, o mesmo acorde, colocar a caneta no papelo onibus balança a tinta borra as palavras, ilegivel mas nao insensivel, como é que começa mesmo ?, atá, como sempre começa, como todos os dias, tu, invadiste meus pensamentos, o que poderia acontecer neah ?, mas o pior nao e imaginar oque poderia acontecer e lembrar doque aconteceu, me desculpa ?, me desculpa ? tavlez tu nao entendas meu pedido de deculpas, na realidade tu nao entenderas, e o pior nem eu entendo porque disso, deveria destilar todo o odio e misturar junto com o sangue que cuspo, mas nao, apenas arrependimento, ou um pedido, ou apenas um desejo.


Sentimentos Bifurcados, Arrependimento, Depressao que me cerca, na realidade ela que me busca, parece que gostasde mim, tantofaz, ela vai embora de qualquer jeito, como uma mensagem ou ligaçao, ou apenas um esbarro, um sorriso, teu sorriso, que me faz esquecer, penso em composições quimicas, sao todos iguais, mas oque e que me impresiona tanto ?, o que me faz admirar?, o excesso de sodio ? ah tanto faz, e o abraço ?, nao pode se esquecer ou perder, pois e gravado e mixado em mim, romantico ? poetico ? não apenas trágico, trágico não é apenas uma nota ruim, ou um desastre, trágico e apenas uma surpresa, uma forma diferente que não seja apenas maligna, ou cercada paro errado, trágico é inesperado, como ti, inesperado, trágico.

domingo, 16 de maio de 2010

Converses e Romances!

A Mente voa, a noite traz recordações doque você já esqueceu, o telefone toca ou fui eu que liguei ?, minhas risadas do outro lado, é porque essas pessoas são vampiras, elas te sugam, e quando tu se recuperas elas voltam para retirar tua vitalidade de novo, quando o silencio paira e quando descobrimos que as coisas não são como antes e que não deveriam ser, esconda seus amores e libere seu orgulho, pois no fim e oque Sobra, ela escapa de novo, e não tem rastros do sol voltar novamente, a luz vermelha mostra as pessoas que vivem a noite, tanto faz, não estou para isso, apenas uns trocados na carteira, um filme, um whisky com carltons queimo o tapete, a camisa xadrez cai, não irei cair novamente tu não conseguiste alcançar minha vitalidade com suas mordidas em meus pescoço, colocoar nossos converses classicos pois não existe mais romance aqui, não venhas ofegar em meu pescoço, não aguento sua respiração, oque ele diria se te visse assim, desse jeito ? com essa cara implorando, tu queres me beijar, retira meu cinto, o que ele pensaria se te visse assim ? o que ele pensaria do nosso beijo, as pessoas são vampiras, mais seus beijos em meu pescoço não retiram minha vitalidade estou imune a ti, o telefone desliga, contos falsos de um fíasco, não importa, tu me atormentas, seus beijos tranferidos, o meu pescoço trocado por outro, não há mais romance aqui, Calçar os Converses classicos!

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Quem Sabe berros!

Um Copo De Whisky na mesa, O barulho do teclado a digitar, um cigarro aceso na outra ponta, pensar, estive muito longe daqui, estive longe dos textos, das composições, estive longe das palavras, talvez não veja mais vida nisso tudo, os gritos não significam nada, as frases perderam o efeito, o licor maldito não rima, nos sentimos miseráveis, miseráveis ao Maximo, imagens atordoam a mente, ela está lá, em sua cama, seu novo amigo a faz ofegar, em meus braços escrevo don’t forget, não sei ao certo o que não quero esquecer, ou o que não me deixam esquecer, uma voz em minha cabeça, em meu sonho, tu tens uma missão, um objetivo, eu confio em tu, tu tens que trazer, trazeres o que ?, talvez eu saiba muito bem, não, eu sei muito bem, mas não pretendo, não vou fazer isso, não importa o efeito disso tudo.

Estranho Voltar a colocar voz nas palavras, nos textos, não apenas qualquer voz, mas sim a tua voz, a minha voz, nos textos, colocar um “EU” no meio de coelhos, pílulas e musicas, talvez eu não coloque vozes nas palavras mesmo, quem sabe berros!

Lembranças, um Céu que muda de estações a cada minuto, na chuva nossos passos acompanham o som dos pingos de água, composições pelas estradas, canções de momento, frases de efeito, risos, sorrisos, mãos dadas, abraços, amizade, ou algo maior que isso, ligados pela musica, e pelas letras, rap, rima, rock e hip-hop, do 8 ao 80, da lentidão ao punk, Tu sorristes, eu sorrio em seguida, olhos se encontram, te aperto, tu ri novamente, separados por um postes, ou por qualquer coisa, juntos pela solidão, ou por qualquer coisa que traga dor e felicidade mutua, talvez tu sejas minha saída, meu calmante, meus comprimidos, viu esqueci do coelho!

sexta-feira, 7 de maio de 2010

No Topo Do mundo!

Por Cima De Tudo isso,no topo do mundo, O que você vê ?, o que eu vejo ?, Será que é novo ?, E Essas Palavras elas realmente importam ?, as nuvens marcham, seguem um ritmo, elas seguem a canção, a canção dos passaros, que cruzam esses céus azuis, e esse raios de luz iluminam tudo!, Tudo é tão bonito no topo do mundo, Nem imagino como estão as coisas lá embaixo, Não pretendo voltar, prefiro ficar entre as nuvens, me faz lembrar aqueles tempos, nos quais viamos o verao durar mais tempo que nós, quando o que mais importava era estar com voce, Tua Musica que canto aqui, continua tão doce desde a primeira vez que cantei, talvez escreva a letra dela entre as nuvens para tu olhastes para o céu e ver que tem alguem aqui que pensas em ti, seu vestido, seus giros, nossas mãos entrelaçadas, e nossas respirações ofegantes, teu corpo sobre o meu, lettras, apenas parte das letras que entalho nas nuvens, para que tu olhes para o outro, quem sabes te mostrar o caminho, o caminho da subida aos céus, ficar mais perto dos passaros, repousar sobre as nuvens, e escrever canções de verões inacabadas, Aqui, no topo do mundo!

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Coelhos, Cachorros e Alessa!

Porta aberto, corredor escuro lá fora, o coelho passa, mas um fruto de minhas desilusões, um choro, alessa senta num canto, ela diz que foi o zelador, o zelador, as carteiras estão cheias de frases escritas, odio puro, eu estou apenas alucinando, apenas mais uma alucinação, o telefone toca, ela do outro lado, parece que as correntes partidas não estavam tão partidas a esse ponto, Da uma tragada a mente acelera, passa para o amigo, e assim a fumaça pesa o ambiente, O cachorro late, encaro, ele late mais, jogo meu cigarro em cima, ele chora, eu riu, uma vontade de esmagar um yorkshire sem querer, o coelho passa entre meus dedos eu corro, Alessa me segura, fala que vai se ausentar um tempo, não querem ela por aqui, eu não ligo, não gosto de ti mesmo, não sei porque estás aqui, o fogo, materia de construçao e destruiçao a cidade entra em chamas ?, ou e apenas a minha cabeça entrando em combustão, Por isso que ela ficara sempre naquele ponto, sem coragem de ir para frente ou para trás, nós cruzamos as linhas com medo de-las se partirem, eu devo estar ficando louco!, apenas mania de perseguição, talvez apenas um sonho ruim!, Felicidade embalada, eu acho tão estranho, algo em seu sorriso, me encomoda, não consigo ver a verdade por ele, eu apenas estou alucinando, Tu desligaste o telefone em minha cara, me chamaste de Imbecil, Concordo, são apenas as desilusões, as queimaduras fervem minha pele, coitada dela, esse povo te odeia mesmo, cachorro que late, garota queimada, coelho sem rabo, um tiro pro alto, uma pirula.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Manifesto de Desilusões

Frequencia sem sinal, tento sintonizar o rádio, não escuto o outro lado, grito, berro nos auto-falantes, mas sem respostas, sem sinal, o navio afunda, no banco do onibus, melodias revoltantes, um garoto declamando seu sentimento punk, vamos comemorar, vamos comemorar, vamos comemorar essa solidão com taças de wiskys na mão, vamos comemorar a falta de conciência de todos, vamos gritar para o mundo o que ninguem tem coragem de dizer, hoje eu so quero que o sol nasça, quero afundar nesse poço, um abraço, um beijo, a sinceridade, um sorriso, bochechas rosadas, ela diz que não entende o que eu falo, mas acha lindo, ela quer saber o porque de toda minha raiva pelo coelho, ela ve uma foto e pensa, mas o coelho é apenas fruto da minha desilusão, manifesto das desilusões, o medo do sangue tende ao medo da carne, Alessa porque estas queimada ? o que tu tem feito com essa cidade?, porque o barco afundo, e voltamos todos, ao onibus, atras do garoto punk, que não tem medo de se manifestar, e então o sol nasceu para declarar o fim a nossas lágrimas, talvez essa seja a historia que tu tenhas inventado para si proprio, talvez seja apenas o coelho na porta de teu quarto, talvez seja apenas mais uma brincadeira de Alessa. Ela esta queimada, e tu ri, pergunta como estou, diz que estas com saudades, é eu tambem estou, um abraço sincero, a falta que sinto, talvez agente mostre muito os sentimentos, talvez agente se apegue muito facil, ou poderia ser, que era pra acontecer, e o onibus passa leva ela de volta, e o coelho me olha, dessa vez eu não vou errar.

domingo, 2 de maio de 2010

Café Com Leite!

Esvazie a Raiva que escorre em seus pulmões, Destilando o álcool de suas veias, Cortando as artérias de seu coração, talvez seja até melhor assim, não importa mais, seus olhos vermelhos, seu pelo a arrepiar, e seus berros no fundo a soar, e aquela liquído negro no carpete a derramar, sorrisos idiotas, tu queres estourar a cara de alguém, não aguenta mais, essa história, que história, um poeta idiota a se repetir, papeis, frases escritas, sujas e jogadas em um canto qualquer, um lixo talvez, eterna condição, um enfermo idiota, aquela rua imunda, fosforo aceso ao tocar ao chão se apaga, era nossa chama, um fosforo, representa toda aquela chama, rápidamente se apaga, o leite azeda e o café desce rasgando, sempre ouvi, mas realmente nunca escutei, sempre tentei, mas fazer o que ele estava certo, ele sempre estava certo, num é nenê, realmente e igual a leite, estraga fácil e azeda no final, por isso prefiro café, pronto na hora emcima da minha escrivaninha, ao lado do computador, e uma palheta suja, caixa de celulares vazias, mensagens apagadas, um livro, o mundo de sofia, voltei a ler, para ver se ocupa meu tempo, o celular toca e um cigarro acende, eu não aguento mais leite, me deixa enjoado!

sábado, 1 de maio de 2010

uma dia, uma semana, um mês!

Olhos de um poeta louco que contempla a noite, a madrugada adentro enquanto muitos dormem, aquela fumaça bate e envade o pensamento, deitar com ela na cabeça e acordar sem ela, sem esperança de te-la novamente, e então ele me liga e diz, não pude encontra-la, não pude traze-la, a esperança vai para o ralo mais uma vez, um dia, uma semana, um mes, não sei, a referencia de tempo não é a mesma, talvez horas sejam dias, eu não sei muito bem, meu relógio e diferente, talvez seja apenas minha mente que faz tudo mudar de posição, aqueles berros sempre a frente entre a noite e a solidão, o efeito não e mais lembrado, mas uma vez, mas uma noite, ela desaparece assim, em meio a toda essa fumaça inalada, e continuo a pensar, aonde foi parar, o vento na minha janela, um barulho, parece vozes, as luzes atordoam os olhos, e a mente acelera, talvez o scotty não queira ajudar, talvez eu apenas esteja cansado dele, vivendo nessa lucidez, apenas mais um poco talvez eu pire de vez, uma palavra certa, um pensamento, um momento de inspirãção, apeanas a procura, uma busca, o coelho aparece na porta, piso no chão ele vai embora, nem vou segui-lo dessa vez, apenas desligo as luzes, a madrugada não é mais a mesma e a fumaça não retorna, talvez eu tenha pensado nisso a noite toda, talvez tenha sido apenas mas uma hora, e a localidade não muda a percepção de tempo!