quarta-feira, 5 de maio de 2010
Coelhos, Cachorros e Alessa!
Porta aberto, corredor escuro lá fora, o coelho passa, mas um fruto de minhas desilusões, um choro, alessa senta num canto, ela diz que foi o zelador, o zelador, as carteiras estão cheias de frases escritas, odio puro, eu estou apenas alucinando, apenas mais uma alucinação, o telefone toca, ela do outro lado, parece que as correntes partidas não estavam tão partidas a esse ponto, Da uma tragada a mente acelera, passa para o amigo, e assim a fumaça pesa o ambiente, O cachorro late, encaro, ele late mais, jogo meu cigarro em cima, ele chora, eu riu, uma vontade de esmagar um yorkshire sem querer, o coelho passa entre meus dedos eu corro, Alessa me segura, fala que vai se ausentar um tempo, não querem ela por aqui, eu não ligo, não gosto de ti mesmo, não sei porque estás aqui, o fogo, materia de construçao e destruiçao a cidade entra em chamas ?, ou e apenas a minha cabeça entrando em combustão, Por isso que ela ficara sempre naquele ponto, sem coragem de ir para frente ou para trás, nós cruzamos as linhas com medo de-las se partirem, eu devo estar ficando louco!, apenas mania de perseguição, talvez apenas um sonho ruim!, Felicidade embalada, eu acho tão estranho, algo em seu sorriso, me encomoda, não consigo ver a verdade por ele, eu apenas estou alucinando, Tu desligaste o telefone em minha cara, me chamaste de Imbecil, Concordo, são apenas as desilusões, as queimaduras fervem minha pele, coitada dela, esse povo te odeia mesmo, cachorro que late, garota queimada, coelho sem rabo, um tiro pro alto, uma pirula.
