domingo, 2 de maio de 2010

Café Com Leite!

Esvazie a Raiva que escorre em seus pulmões, Destilando o álcool de suas veias, Cortando as artérias de seu coração, talvez seja até melhor assim, não importa mais, seus olhos vermelhos, seu pelo a arrepiar, e seus berros no fundo a soar, e aquela liquído negro no carpete a derramar, sorrisos idiotas, tu queres estourar a cara de alguém, não aguenta mais, essa história, que história, um poeta idiota a se repetir, papeis, frases escritas, sujas e jogadas em um canto qualquer, um lixo talvez, eterna condição, um enfermo idiota, aquela rua imunda, fosforo aceso ao tocar ao chão se apaga, era nossa chama, um fosforo, representa toda aquela chama, rápidamente se apaga, o leite azeda e o café desce rasgando, sempre ouvi, mas realmente nunca escutei, sempre tentei, mas fazer o que ele estava certo, ele sempre estava certo, num é nenê, realmente e igual a leite, estraga fácil e azeda no final, por isso prefiro café, pronto na hora emcima da minha escrivaninha, ao lado do computador, e uma palheta suja, caixa de celulares vazias, mensagens apagadas, um livro, o mundo de sofia, voltei a ler, para ver se ocupa meu tempo, o celular toca e um cigarro acende, eu não aguento mais leite, me deixa enjoado!