terça-feira, 31 de agosto de 2010

perguntas, muitas perguntas

Você coloca a moeda na maquina, abaixa a alavanca, torce para tirar três 7 e sua vida mudar, fecha os olhos respira fundo, era sua ultima moeda, seus sonhos estavam depositados nela, e é a única forma de continuar, o barulho da maquina da primeira letra, tu não quer ver engole seco sua saliva e o coração bate desesperadamente, pronto o segundo numero apareceu e ainda nem viu, talvez suas esperanças não passem apenas de esperanças mesmo, e quando tu abre os olhos um determinado clarão, e sua mente se transporta, para muito longe daqui, para aonde você quis fugir, e porque nada disso está valendo a pena, isso, falta um numero, o ultimo sete para tudo mudar, e sua respiração continuar.

Porque tu tem medo ?, qual e o problema de se entregar, porque prefere viver uma ilusão ?, nos sabemos o que você quer, nos sabemos como ficou sua cabeça depois disso, nos sabemos como é sua consciência, o amor não rima com sofrimento, talvez em musicas e arte, mas não precisa ser necessariamente assim, não precisamos sofrer para amar, podemos simplesmente embarcar nesse navio que vai nos guiar, vamos nos aventurar ?

Esse Roteirista que escreve cada passo da minha vida, deve achar que tudo e uma piada, que eu sou uma piada na qual tudo dá errado no final, esse roteirista que cria histórias clichês, aonde apenas mudam os personagens, e cria desfechos pobres e sem criatividades, parece ate uma novela idiota das 8 que o final você sabe desde o primeiro capítulo, ah porque tu escreveste minhas falas tão idiotas ?, porque os fins são sempre trágicos ? e porque a piada no final nunca tem graça ?

perguntas, muitas perguntas

Você coloca a moeda na maquina, abaixa a alavanca, torce para tirar três 7 e sua vida mudar, fecha os olhos respira fundo, era sua ultima moeda, seus sonhos estavam depositados nela, e é a única forma de continuar, o barulho da maquina da primeira letra, tu não quer ver engole seco sua saliva e o coração bate desesperadamente, pronto o segundo numero apareceu e ainda nem viu, talvez suas esperanças não passem apenas de esperanças mesmo, e quando tu abre os olhos um determinado clarão, e sua mente se transporta, para muito longe daqui, para aonde você quis fugir, e porque nada disso está valendo a pena, isso, falta um numero, o ultimo sete para tudo mudar, e sua respiração continuar.

Porque tu tem medo ?, qual e o problema de se entregar, porque prefere viver uma ilusão ?, nos sabemos o que você quer, nos sabemos como ficou sua cabeça depois disso, nos sabemos como é sua consciência, o amor não rima com sofrimento, talvez em musicas e arte, mas não precisa ser necessariamente assim, não precisamos sofrer para amar, podemos simplesmente embarcar nesse navio que vai nos guiar, vamos nos aventurar ?

Esse Roteirista que escreve cada passo da minha vida, deve achar que tudo e uma piada, que eu sou uma piada na qual tudo dá errado no final, esse roteirista que cria histórias clichês, aonde apenas mudam os personagens, e cria desfechos pobres e sem criatividades, parece ate uma novela idiota das 8 que o final você sabe desde o primeiro capítulo, ah porque tu escreveste minhas falas tão idiotas ?, porque os fins são sempre trágicos ? e porque a piada no final nunca tem graça ?

perguntas, muitas perguntas

Você coloca a moeda na maquina, abaixa a alavanca, torce para tirar três 7 e sua vida mudar, fecha os olhos respira fundo, era sua ultima moeda, seus sonhos estavam depositados nela, e é a única forma de continuar, o barulho da maquina da primeira letra, tu não quer ver engole seco sua saliva e o coração bate desesperadamente, pronto o segundo numero apareceu e ainda nem viu, talvez suas esperanças não passem apenas de esperanças mesmo, e quando tu abre os olhos um determinado clarão, e sua mente se transporta, para muito longe daqui, para aonde você quis fugir, e porque nada disso está valendo a pena, isso, falta um numero, o ultimo sete para tudo mudar, e sua respiração continuar.

Porque tu tem medo ?, qual e o problema de se entregar, porque prefere viver uma ilusão ?, nos sabemos o que você quer, nos sabemos como ficou sua cabeça depois disso, nos sabemos como é sua consciência, o amor não rima com sofrimento, talvez em musicas e arte, mas não precisa ser necessariamente assim, não precisamos sofrer para amar, podemos simplesmente embarcar nesse navio que vai nos guiar, vamos nos aventurar ?

Esse Roteirista que escreve cada passo da minha vida, deve achar que tudo e uma piada, que eu sou uma piada na qual tudo dá errado no final, esse roteirista que cria histórias clichês, aonde apenas mudam os personagens, e cria desfechos pobres e sem criatividades, parece ate uma novela idiota das 8 que o final você sabe desde o primeiro capítulo, ah porque tu escreveste minhas falas tão idiotas ?, porque os fins são sempre trágicos ? e porque a piada no final nunca tem graça ?

domingo, 29 de agosto de 2010

Le "Jour" J

Os Murros estavam erguidos, os barcos ancoram na água, uma invasão sem precedentes, uma guerra, um fim para tudo isso, um dia para todos recordar, um dia para libertar, um dia para destruir, Os Francês Chamam Le “Jour” J, mas conhecemos como o Dia D, A Decisão de uma guerra, a libertação de um país, mas apesar disso tudo o teu rei não caiu, fica num jogo sem fim, sem jogadas pendentes em baixo da manga, como um jogo de xadrez, como estratégias de guerra levamos nossas vida, e esse sorriso falso, o que se esconde por trás ? e suas oscilações no meio dessa escuridão torrencial que é quando a lua magicamente fica no lugar do sol, mas nada disso é mágico, nada e bonito, tudo e guerra, tudo equivale a um jogo, um jogo sem vencedor, um empate técnico, todos os dias viram “D” mas nenhum e decisivo.

Sábado De Manhã, a Luz brilha, cega nossos olhos de um mundo maior, de uma vida pior, mas não importa, o violão que foi deixado de lado, e os acordes que usamos, os sentidos mais aguçados, a consciência embaralhada mas não destruída, os corpos que se unem nas frações de segundos em que a luz branca não encontra nossas pupilas, e a retina não sabe diferenciar muito bem, sem tempo para prestar atenção nas cores, a respiração ofega um “Flashback” De uma história que nem começou.

Califórnia, Olímpia, Nova York, Londres, Liverpoll, Amsterdã, Dublin, Cidade que visitamos do interior do meu quarto, uma rede sem fio, uma freqüência alta, olhares através da janela, viagens, será que pensamos na mesma coisa ?

domingo, 15 de agosto de 2010

Ate A Noite Acabar!

Uma Estrela cadente, uma quebra de identidade, a rotina que não sobrevive mais, é como se voltassemos a anos atrás na época em que trocavamos o dia pela noite, de dentro de uma casa vazia e assim como a noite tudo termina, é tão bom pensar assim, como o fim de um ciclo, o fim da noite, enquanto a escuridão dá espaço para a luz você dança sobre o brilho da lua, é e mais uma vez o fim da noite., A Respiração falha, e a mente vai além, Outra Estrela cadente, uma noite que não tem fim, a estrada no escuro atrás do brilho dessa estrela cadente, o perigo deixa as coisas cada vez mais quente nesse inverno e nem me importe que o céu caia e eu fique preso atrás dessa janela, pegar a estrada ir atrás daquilo que faz a escuridão brilhar, então diga para mim, que nada disso precisa ser assim, tanto tempo para demorar, que a noite nunca vai acabar e que nos vamos dançar ate a noite parar de brilhar pois com agente a noite nunca vai acabar.


A Fumaça que sobe e os olhos que mudam de cor, nossos sonhos a realizar, sorrisos, o alcool impede a formação, o barulho que sai da caixa de som, a bateria que faz o caos se harmonisar, então o frio que faz, o coração a acelerar, palavras soltas, muito a dizer, nao quero correr, quero apenas fazer, fazer a noite brilhar, fazer a noite nunca acabar, então vista algo quente, pois e nesse frio que fincaremos o nosso lugar.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Hocruxes e Minotauros

Nos Meus Bolsos existem papeis, simples papeis, palavras escritas, talvez haja um pouco de sua alma aqui, um pouco de suas lembranças, talvez eu ache que tu tenha a mesma mania que eu, de transferir pedaços da alma, pedaços de sua memoria em objetos simples, como cartas, guardanapos, chaveiros, paletas, objetos significativos, sei que guardastes tudo isso e mais um pouco, minhas hocruxes como eu digo, pedaços de minha alma que me fazem ficar imortal ate por poucos segundos, idependente da onde esteja, a forma de estar em 2 ou mais doque 2 lugares ao mesmo tempo, pedaços de alma que tem a capacidade de teleportar pessoas a lugares antigos e passados como pequenas chaves de portais que crio com minhas lembranças, com meus momentos e sorrisos., um mundo magico, talvez, ou minha vontade que transforma isso tudo em magia, como eu disse sao apenas hocruxes uma maneira de me transformar em imortal, que destruida me transforma em algo mais mortal doque antes, pois pedaços destruidos nunca voltaram, deixando - me mais vulneravel, fantasia.


Engraçado A Forma que Olhamos ao redor, e o agora sempre parece pior que o anterior, e engraçado a forma do medo desse labirinto, sem saber aonde vai dar, e engraçado a forma de querer se apegar em alguma coisa para dar a falsa sensaçao de segurança para ter um peso menor na cabeça, O mas engraçado de tudo não e nada disso, o mas engraçado de tudo e querer viver no erro e achar que pode concerta-lo, mas prefere deixar para depois pois tem medo desse labirinto, tem medo do mito do minotauro, tem medo de curza-lo, enquanto fica vivendo de mentiras e ilusões e nao ve que os males do minotauro é a mesma coisa, o tempo está passadno o labirinto se fechando, talvez o relógio vai passar tanto que não pode ser concertado e tu ficara ai sem saber como agir, sem saber aonde pisar com medo do minotauro se aproximar

domingo, 1 de agosto de 2010

Vendedor de Histórias

Mais Uma Vez sentado no último banco do ônibus vazio, o barulho do motor, das rodas no asfalto e do meu lápis no papel, meus olhos que veem através dessa lente um mundo antigo de poeira e descobertas, um mundo antigo de sonhos e aventuras, enquanto as rodas passam pelo o asfalto o esmagando minha maente vai viajando, pensando no passado e no futuro, as malas na mão é hora de descer, aqui não tem trickster talvez apareça a lua, aqui nao tem coelho, aqui não tem mais meus imóveis, o cigarro vai a boca o maço amassado dentro da bermuda, um novo começo ? ou apenas uma antiga história reescrita ?, vozes, businas, barulhos confusos, outros ônibus passam, cada um para um lugar, cada um para um mundo novo, cada um para uma história diferente, mas eu escolhi essa, um moeda, o garoto pede, não tenho nada, apenas decepções e histórias para contar, talvez eu venda histórias, minhas histórias que tal ?, preciso de moedas, preciso sustentar meus sonhos, preciso vender histórias, pois não vou vender sonhos, tenho um relógio de bolso de prata, você quer ?, é difícil de encontrar, só que você nao terá o dinheiro para pagar, eu tenho livros em minha mala, eu tenho palavras em minha cabeça, eu tenho textos em meus papeis, mas não tenho memórias de meus hoteis, talvez eu esteja falando outra lingua, Grego ?, que nada, Português, talvez você nao me entendas, como a maioria!, talvez não entendas meus caminhos, talvez não entendas minhas histórias e eu continue levando fama de incompreendido, mas eu conservo minha sanidade e o gole de café desce a garganta, eu vou atrás de meus sonhos, e nem o coelho mais me incomoda!, e a lua não mais me ilude, e não caiu mais nas armadilhas do trickster, e engraçado a forma que a Alessa nunca mais apareceu!,