domingo, 29 de agosto de 2010

Le "Jour" J

Os Murros estavam erguidos, os barcos ancoram na água, uma invasão sem precedentes, uma guerra, um fim para tudo isso, um dia para todos recordar, um dia para libertar, um dia para destruir, Os Francês Chamam Le “Jour” J, mas conhecemos como o Dia D, A Decisão de uma guerra, a libertação de um país, mas apesar disso tudo o teu rei não caiu, fica num jogo sem fim, sem jogadas pendentes em baixo da manga, como um jogo de xadrez, como estratégias de guerra levamos nossas vida, e esse sorriso falso, o que se esconde por trás ? e suas oscilações no meio dessa escuridão torrencial que é quando a lua magicamente fica no lugar do sol, mas nada disso é mágico, nada e bonito, tudo e guerra, tudo equivale a um jogo, um jogo sem vencedor, um empate técnico, todos os dias viram “D” mas nenhum e decisivo.

Sábado De Manhã, a Luz brilha, cega nossos olhos de um mundo maior, de uma vida pior, mas não importa, o violão que foi deixado de lado, e os acordes que usamos, os sentidos mais aguçados, a consciência embaralhada mas não destruída, os corpos que se unem nas frações de segundos em que a luz branca não encontra nossas pupilas, e a retina não sabe diferenciar muito bem, sem tempo para prestar atenção nas cores, a respiração ofega um “Flashback” De uma história que nem começou.

Califórnia, Olímpia, Nova York, Londres, Liverpoll, Amsterdã, Dublin, Cidade que visitamos do interior do meu quarto, uma rede sem fio, uma freqüência alta, olhares através da janela, viagens, será que pensamos na mesma coisa ?