quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Calendario!
Oi Calendário a quanto tempo que não te vejo, e engraçado como esse dia 5 de junho ainda esta marcado em ti, o relógio parece que travou quando eu te vi, e fiquei me lembrando de estações passadas enquanto as folhas ainda não caiam, e quando o calor não era tão intenso, os amores que ganhamos, as flores que secarão, eu ainda acho que ainda temos tempo, mas as torres estão rachadas, e a distância ainda é grande, se lembra quando as folhas começaram a cair ? se lembra quando as chamadas eram grandes, e as madrugadas que olhávamos as estrelas, dois amores, duas distâncias, uma única estrada, milhas e milhas, os holofotes aqui brilham tanto que até esqueci como era o teu sol, era tudo feito de açúcar até as abelhas tomarem tudo, e quando nós nos sentíamos bem mesmo estando tão mal, e hoje, estamos aqui, horas e horas de distancia, daquele tempo, do antigo calendário, daquele meu relógio empoeirado, e as mesmas milhas de sempre.
